Cumpleaños en Madrid – Sábado

Depois de um longo e tenebroso inverno, T&T está de volta!

Sim, está fazendo MUITO frio, em Salamanca. Do tipo que a gente sai para a aula por volta das 10h com míseros três graus. Dias lindos, céu azul, sol… Mas frio. E brasileiro não está acostumado com um frio destes. Pelo menos não os de São Paulo. Então, já viu: tosse e gripe pra todos os lados, afinal de contas, em casa é superquentinho (calefação), mas na rua…

Enfim, resolvemos fugir do frio e passar esse final de semana em Madrid, aproveitando a desculpa do meu aniversário. Ficamos dois dias, mas foi o suficiente pra ver o principal!

Saímos de Salamanca bem cedinho e chegamos em Madrid por volta de 11h. A primeira coisa que eu tenho para dizer é: O metrô deles é maravilhosamente bem organizado!! São muitas linhas que ligam tudo a todos os lugares. Além disso, há uma linha circular (cinza) que faz a ligação com todas as outras, ou seja: não tem como se perder! Não deixe de entrar no site e consultar o PDF do mapa do Metrô para entender melhor!

Ficamos no Albergue Alaska, bem perto da Puerta del Sol, superbem localizado e recomendado! Barato e conseguimos um quarto só nosso (Lívia, Olívia e eu). Deu pra fazer tudo a pé! Aliás, se você puder/quiser fazer os passeios a pé, aproveite! A cidade é grande e linda e a caminhada vale a pena!

Assim que chegamos, deixamos as coisas no quarto e saímos para o primeiro destino: Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia.

Eu definiria como um MASP tamanho família. A estrutura dele é bem mais monstruosa, embora eu ache a do MASP mais bonita. Há elevadores panorâmicos em estruturas de vidro, do lado de fora.

O acervo? Bem, não sei nem por onde começar. Muitos Goya, muitos Dalí e muitos Picasso. Guernica tinha uma sala só dele! Todo importante e pomposo com os seus quase 8m de comprimento, cercado e com distância delimitada para tirar fotos (só consegui tirar uma porque a bedel tirou o povo da minha frente).

Guernica - Pablo Picasso

Guernica - Picasso (1937)

Dalí você reconhecia de longe. Não tem como negar, ele é fantástico.

 
 
 

O Enigma de Hitler - Dalí

O Enigma de Hitler - Dalí

 

São muitas galerias e muitas salas no Reina Sofia. A maioria tem quadros, mas há algumas com projeções de filmes e esculturas. Aliás, esculturas que por pouco eu não achei que levantariam e correriam atrás de mim. Muito reais!

Passamos boa parte da tarde lá. Depois fomos ao Parque Del Retiro. Que lugar maravilhoso! É enorme, claro. Mas lindo demais! Cada canto, cada folha, cada coisa… As árvores aqui na Europa têm cor de outono. Aquele rosa claro ou laranja… É lindo demais! Paramos para um lanchinho rápido no banco do parque e seguimos por dentro dele.

Havia um lago enorme, daqueles com pedalinhos e tudo. Muitas crianças, muitas famílias (era sábado) e muita gente praticando esportes. Fazia um sol gostoso e deu vontade de ficar lá o dia todo!

Dentro do Parque del Retiro há 2 lugares fantásticos, além do lago dos pedalinhos: Palácio de Velázquez e Palácio de Cristal. Sabe aquele tipo de cenário que você pensa que só tem em filmes? O Palácio de Cristal é assim. No final de tarde, então, estava de cair o queixo! Com um lago na frente, as árvores cor-de-outono, o sol e o céu azul… Lindo demais!

Não demos tanta sorte com o Velázquez – estava fechado. Mas a parte de fora era deslumbrante! Detalhes na fachada que fariam qualquer um babar. Isso sem falar na escadaria e nas esculturas…

Ficamos bastante tempo passeando no parque e quando caía a tarde resolvemos passear um pouco mais pela cidade, antes de voltar para o albergue, tomar um banho e sair pra jantar.

Passamos por alguns monumentos a caminho da Gran Vía – cuja maioria das lojas estava fechada (sábado, meu bem) – e paramos para tomar um café no Starbucks.

Para fechar a noite, jantar com direito a 2 tipos de prato e vinho, para comemorar o aniversário!

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O Masturbador - Dalí

O Masturbador - Dalí

A por ellos… oooooeeeee!

Se o país inteiro, incluindo boa parte da cidade de Salamanca, já se mobilizou em prol da greve geral, imagine quando a Seleção Espanhola, La Fúria Roja, resolve fazer a sua primeira parada em casa, depois da vitória na Copa do Mundo!

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(Galeria no final do post!)

É. A cidade parou. Armaram tendas brancas na Plaza Mayor, um palco enorme, telão, loja de camisetas e acessórios, espaço vip, patrocinadores e por aí vai.

Trouxeram até o Museu da Seleção, com uniformes e taças – inclusive a da conquista recente.

O problema era entrar na fila pra vê-la. As pessoas literalmente davam a volta na Plaza. A VOLTA. Muita gente, mesmo! Todo mundo querendo ver um pouquinho…

Pelo que dizem as más línguas, os jogadores inclusive apareceram no palco, no primeiro dia.

O telão ficou montado especialmente para o jogo de abertura da Eurocopa: Espanha X Lituânia. Estava frio, mas mesmo assim os jovens não saíram de lá. Todos tinham bandeiras desenhadas no rosto e a maioria estava vestida à caráter… Até os chineses compraram uma camiseta da seleção!

Não fiquei de fora: tenho uma camisa número 1 e um cachecol – ou bufanda, como preferir.

Além da transmissãodo jogo, houve shows para esquentar o pessoal, afinal de contas, aguentar 13 graus só mesmo pra ver a Fúria…

O grupo La Unión e o cantor Antonio Carmona até conseguiram levantar o público! Os jogadores do time da cidade também deram suas caras e ajudaram com sorteios de brindes oficiais e entradas para o jogo de estreia da seleção em casa, que aconteceria em Salamanca mesmo.

Num fantástico 3×1, a vitória da Fúria, mesmo que aflitiva, deixou todos animados!

“A por ellos… oooooeeeeeeeee!”

 Besos!

E animando a Plaza Mayor…

Vengo Venenoso – Antonio Carmona 
  

La Unión

E as fotos:

 

 

 

¡Huelga General!


(Atualizado! Fotos sem a marca)

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O que fazer quando um país inteiro se mobiliza por uma causa em comum?

O que fazer quando um dos jornais mais respeitados do MUNDO abre uma seção que retrata as dificuldades e a visão dos espanhóis com a crise?

O que fazer quando uma jovem de 24 anos  que tem Licenciatura em Comunicação Audiovisual, especialização em Jornalismo, títulos acadêmicos importantes, muitos cursos e seminários e muitas bolsas e trabalhos em empresas da Espanha, além de uma brilhante carreira acadêmica está desempregada e indo para o Reino Unido trabalhar como babá?
“Se a Espanha não quer saber nada de mim, eu também não quero saber nada dela”. (depoimento da jovem… vale MUITO a pena ler, não só este, mas todos os outros desta seção do El País).

 

  

Huelga General - Greve Geral
Pelos direitos da população e contra as reformas de Zapatero que cortam benefícios e aposentadorias.

Ontem, a Espanha parou. Não uma cidade ou duas. O PAÍS entrou em greve.

Protestos em todas as cidades, sejam elas do interior ou dos grandes centros.

Alguns pacíficos, outros nem tanto. Em Barcelona, por exemplo, manifestantes atiraram pedras no comércio que ainda estava aberto. Aqui em Salamanca, pelo que pudemos acompanhar, foi bem tranquilo. Aliás, eles são MUITO organizados.

A manifestação estava marcada para as 18h na Plaza Mayor. Quando o relógio soou “las seis menos cuarto”, os primeiros cartazes e bandeiras entravam, segurados por 5 ou 8 pessoas. Achamos que não haveria repercussão – até que começaram a surgir bandos de gente e cartazes e faixas e bandeiras por todas as entradas que davam acesso à Plaza! 

Aí foi sensacional: megafones, grandes faixas, muita muita muita gente, muitos muitos muitos jovens, muitos senhores, muitas famílias inteiras dando as mãos e dizendo que há soluções alternativas para a crise. Seis horas começou o barulho: gritos de guerra, palmas, apitos, bombinhas (daquelas de barulho, sabe?), megafone, rádio… Tudo para chamar a atenção. Muitas bandeiras vermelhas, muitos emblemas comunistas… Muita, mas muita crítica ao capitalismo. Mas tudo embasado: adesivos e folhetos informativos também foram distribuídos. O conteúdo? Tópicos de protesto e as soluções propostas, além dos cortes de verba.

Por volta de 18h30, todos saíram e marcharam em direção à Gran Via – uma avenida. A polícia fechou o tráfego e os manifestantes seguiram cantando e apitando e batendo palmas, por onde passavam.

Aqui ainda havia muito comércio aberto. Estranhamos quando vimos o mercado funcionando, até depois do horário da siesta… Restaurantes estavam abertos, também. Mas alguns professores não foram à Universidad e alguns estabelecimentos fecharam e colocaram cartazes de “Cerrado por Huelga” em suas portas.

O que mais me chamou a atenção foi a organização de todos. Não tinha nenhum maestro comandando a orquestra – pelo menos nenhum aparente. Era cada um por si e todos pelo mesmo ideal: fazer valer cada direito do cidadão. Havia muitos blocos com apoios a partidos políticos variados. E cada um esperava a sua vez de entrar na passeata.

Estar presente num dia como este é ter a certeza de não só contar uma história… Mas fazer parte da História. Minha história… História do país e do mundo.

Un saludo.

Galeria:

 

 

Poesia Palaciana

Ou “Minha faculdade era um Palácio”

Sim. Tenho aula num prédio que era um palácio!

Foi inaugurado no ano de 1762, como Palácio de Anaya. Depois virou um colégio… E então hoje funciona a Facultad de Filología (Letras). Por enquanto, só tenho fotos do pátio interno.

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Hoje foi a segunda aula da matéria Gramática Práctida del Español. O professor é sensacional, a sala é LO-TA-DA e foi a terceira vez que nos confundiram com espanholas. Acho que é o cabelo… haha.

Amanhã é dia de HUELGA GENERAL na Espanha toda. Não sei como será em Salamanca, por enquanto só o que sabemos é que alguns estabelecimentos comerciais fecharão… E haverá protesto na Plaza Mayor.

Estarei lá. Com a câmera e os olhos atentos para novas (H)histórias…

Un saludo

 

Santiago de Compostela

Ou  “Há mais coisas entre o Céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia”.

Defino a cidade como mágica. Existe uma aura presente em cada canto: a aura do sagrado. Não sei em que você acredita, mas seja lá qual for a sua crença, é impossível estar lá e não sentir o vulcão de energia que emana dos viajantes, peregrinos, turistas, catedrais, coisas e caminhos. 

Foi só um final de semana. Dois dias, para ser mais exata. Chegamos sábado de manhã e voltamos para cá domingo à tarde. Foi o suficiente para ver o principal: catedral de Santiago, museu da peregrinação, centro da cidade, parte do caminho de Santiago de Compostela, celebrações em frente à Catedral e muitos…MUITOS… Peregrinos. 

O ônibus parou na rodoviária às 8h da manhã de sábado e já saímos à procura da hospedaria. Com a mochila nas costas, pegamos uma descida sem fim e começamos a reparar nos detalhes. Por trás da névoa que cobria as ruas de Santiago de Compostela, notamos a primeira esquisitice diferença: Hotel Virgen estava escrito “Hotel VIRXEN”. Ok, achamos estranho, mas a coisa toda continuou! Xoven, greve xeral, xamais e, acreditem se quiser, XESUSCRISTO.

Acontece que em Santiago de Compostela eles falam o Galego, que é um pouco diferente do Espanhol e mais parecido com o Português. Bem, bizarrices à parte, continuamos andando até a Hospedaria.

A cidade é cheia de altos e baixos e me lembrou muito Ouro Preto, em Minas Gerais (BR). A sorte é que o calçamento não é estranho, então não fica TÃO difícil andar.

Nossa primeira reação ao ver a hospedaria foi: UAU! Parece uma daquelas casas enormes e antigas de filmes de época. Com a fachada lotada de pedras e janelas de madeira… Tem uma escadaria na entrada e outra lá dentro. São 3 andares com 4 alas de camas, cada um. Pelas minhas contas, em cada ala há de 40 a 60 camas. Ficamos no terceiro andar, ala A.

A hospedaria é mais direcionada ao público peregrino, que realmente faz o caminho de Santiago e para lá, para descansar e recuperar as energias. Fica bem no alto de uma parte da cidade e tem um mirante na frente dela, de onde você vê parte da Catedral e do Centro Histórico.

Fizemos o “check-in” e pegamos um pacotinho contendo uma capa de colchão e outra de travesseiro. Tínhamos nossos próprios edredons, mas como a noite é fria, eles disponibilizaram mantas.

Do lado de cada cama há um armário com chave, no qual o peregrino ou viajante pode guardar seus pertences, colocando uma moeda de 0,50€ que, depois de abrir o armário novamente, volta para você.

Deixamos nossas coisas por lá e partimos para o centro histórico – mas antes, parada para o café da manhã: chocolate quente com churros, bem típico da Espanha! Uma delícia, claro!

Conhecemos quase todas as fachadas e lojinhas. Entramos no Museu das Peregrinações, um lugar sensacional que conta a história da peregrinação, desde tempos MUITO, mas MUITO antigos. Há moedas e sandálias dos séculos I ao V, por exemplo. Mapas, relatos, cópias de trajetos traçados e muito mais.

A Europa reserva várias surpresas a quem está por aqui. Quando eu achava que não havia nada de mais antigo e histórico para ver, além de mapas das grandes navegações, vem o Museu e me mostra coisas do século I. Relíquias, verdadeiros tesouros da humanidade…

A Catedral de Santiago é linda! Outro prédio do século XII que já sofreu muito com as intempéries… Mas graças aos esforços do grupo de preservação e o apoio do governo, houve uma graaaaande restauração e outras grandes estão por vir.

No Museu da Catedral há coisas de outro mundo, também. Roupas, objetos e tapeçarias pintadas por artistas como Goya fazem com que o passeio se torne ainda mais emocionante! Difícil é ficar mais de 5 minutos dentro de uma sala como a das tapeçarias. Por mais incrível que seja o fato de estar a 10 cm de um Goya, o cheiro da tinta é TÃO forte que fez com que todas as células do meu nariz se manifestassem, alertando perigo máximo de espirro a qualquer hora.

Demos sorte: chegamos lá no último final de semana do mês e provavelmente da temporada. Logo, Santiago estava repleta de celebrações, além de turistas e peregrinos, claro. Topamos com um grupo de Pendones que carregava pelos caminhos de subidas e descidas, grandes bandeiras de 7m a 13m de altura, presas numa grande vara de madeira. Não bastasse carregá-la, alguns ainda faziam arrelias, tipo o moço da foto abaixo.

Ainda pelos caminhos, muitos músicos tentando conseguir um trocado para o almoço. Vi de tudo: de guitarra a gaita de foles. SIM, gaita de foles. Se eu pudesse definir Santiago de Compostela em um som, seria este. Muito embora ele seja o som da Escócia… Enfim.

Depois de um almoço de Kebab e a deliciosa siesta à tarde, para recuperar as energias perdidas na viagem de madrugada, conhecer a cidade à noite era uma boa ideia. Monumentos iluminados, mais turistas, mais peregrinos, mais música – e mais sagrado. Há pessoas bem mais velhas, diferentemente de Salamanca ou Lisboa, por exemplo. Os caminhantes são mais velhos e como são eles o principal público da cidade, encontrar com um senhor ou uma senhora de mochila nas costas passou a ser rotina, neste final de semana.

Ah, um detalhe importante: FRIO. MUITO frio! E vento! Parecer um boneco de neve em todas as fotos não foi proposital – foi necessário.

À noite, voltar para a hospedaria e deitar numa cama era ter seu maior desejo satisfeito.

Como minha primeira experiência num albergue, posso dizer que é cultural e sensacional! Já contei das alas das camas, mas não dos banheiros. Um corredor com 3 portas:
1-Duchas: coletivas. Sim, coletivas. Você abria a porta das duchas, abria a porta da cabine de uma ducha, deixava toalha e roupas no banquinho e tomava banho e se trocava lá mesmo. O banho mais escaldante que eu já tomei na minha vida! Bom pros pés e pras dores musculares.

2- Pias: montes e montes de pias com montes de espelhos.
3-Sanitários: montes de cabines com vasos e alguns mictórios do lado de fora. É, corre o risco de você entrar e encontrar um cidadão paradão lá.

Tirando os banheiros, havia também um supermercado no porão, mais armários, mais duchas e uma lavanderia! Daquelas máquinas de colocar a moedinha, sabe?? Sensacional! Ah, varais espalhados pelos corredores, também. Muita, MUITA meia suja… hehehe.

No domingo, resolvemos fazer uma parte do caminho que passava pela cidade. E se você pensa que não dá pra refletir numa parte pequena do caminho, vem comigo que eu te mostro as subidas e descidas e a gente vê se você não pensa um pouco na vida.

Setas amarelas e conchas por todos os lugares, indicando as direções. E quando voltamos à Praça da Catedral, a surpresa: festa! Celebrações diversas: música, dança, bonecos enormes, guarda romana passando pelo meio do povo, tambores e, claro, gaita de foles. Foi um começo de tarde lindo!

Depois, almoço e de sobremesa Tarta de Santiago – um bolo tradicional. Consegui identificar nozes e açúcar de confeiteiro. Mas prefiro deixar de saber o resto. Aí a mágica permanece.

A cidade não tem cheiro e nem gosto. A cidade tem cor. A cor do sagrado.

Todas elas, ou a que você quiser que seja.   

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Portugal – Entre notas e paladares

Um post especial para comidas, bebidas e música!

Como a maioria costuma saber, a música tradicionalíssima de Portugal é o Fado. A comida é o bacalhau ou o pastelzinho de belém. Há também os vinhos…

Mas hoje trago coisas diferentes: Deolinda, Palmier e Ginjinha!

Fado, sim, mas com uma pitada de música moderna! Vale a pena escutar!

E aqui, novamente, um slideshow e a galeria. Autoexplicativos e deliciosos!

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A Semana em Portugal – O último dia – A volta pra casa

Sexta-feira, 17 de setembro de 2010.

Último dia é sempre último dia… Acordar, arrumar as coisas e ir à estação. No meu caso, esperar a carona da Gabi para ir à estação.

Fizemos uma ótima viagem de volta. As cadeiras são mais confortáveis que as do avião, então deu pra cochilar…

No Trem - A volta pra casa